| Oneide e Geandra Bastos; Luiz Alberto Guedes e Fernando Canto |
| Paulo Rodrigues e esposa; Érica Baia. |
Vai ser no sábado (15/10), no Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço, a partir de 19:00h.
Fernando Canto vai defender duas composições: Analogia, de sua autoria e Meu Laguinho Querido, em parceria com Manoel Cordeiro.
Vamos prestigiar e cantar junto.
AnalogiaDe: Fernando Canto Ana na vida, na noite, no mar Ana no amor, Ana em mim Ana na vida, Ana na noite Ana no amor, Ana em mim Ana em mim, Ana no amor.
Ana no amor, Ana em mim Ana na vida, Ana na noite Ana no amor, Ana em mim Ana em mim, Ana no amor. | Meu Laguinho queridoDe: Fernando Canto e Manoel Cordeiro Meu Laguinho querido Como é que vai você? Há tanto tempo eu fui Depois voltei pra ti Pra não morrer de dor.
Comi o pão que o diabo amassou Andando em outros caminhos Longe da vista do teu pôr-do-sol Pisando só em espinhos
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| Musica | Compositor |
| A BELA DONA DA VOZ BELA | Augusto Oliveira e Cássio Pontes |
| A PAUSA | Sergio Sales |
| AMAPÁ | Mauro Guilherme |
| ANALOGIA | Fernando Canto |
| AQUÁRIO DAS MARÉS | Ademir Pedrosa / Osmar Junior |
| AV. FAB | Luis Afonso Rodrigues e Alan Yared |
| CANTO MINHA FÉ | Tatiana Oliveira Lobato |
| CONGRATULAÇÕES | João Carlos da Silva Amorim |
| DELEITE | Ademir Pedrosa / Cléverson Baía |
| FLOR QUE NÃO EXALA | Augusto Oliveira / Cássio Pontes |
| MENINA DO RIO AMAZONAS | Tatiana Oliveira Lobato |
| MEU FORTE | Dilean Monper / Diule Monper |
| MEU LAGUINHO | Fernando Canto |
| NA PONTE | Paulo Roberto Guedes Bastos |
| NO RIO AMAZONAS | Ricardo Iraguani / Gerinaldo Pinheiro |
| POROC POROC | Jeronimo B. de Souza / Edmilson P. Jacques |
| PRECES LOUVORES E BATUQUE | Cléverson Baía |
| REDENÇÃO | Paulo Roberto Guedes Bastos |
| TUCUJU BRASILEIRO | Sabá Tião |
| VIDA ROTINA | Gerffeson Brito Moreira |
| MUSICAS SUPLENTES |
| 1ª. Criança | Gerffeson Brito Moreira |
| 2ª. Meu Lugar | Hugo Moreira |
| 3ª. Nega Senzala | Vanderlei Pereira e Clay Luna |
| 4ª.11º Mandamento (Não desmatarás) | Chermont Junior |
| 5ª. Coração de Uaiua | Roni Moraes e Nonato Santos |
Em 1979, o Grupo Pilão apresentou-se no III FUMAP – Festival Universitário da Canção, acompanhando Manoel Sobral que interpretou a música “Curriculun Vitae”, de Fernando Canto, vencedora do Festival.
| CURRICULUM VITAE Fernando Canto |
| Fui alquimista supremo Nas terras de um rei Fui feiticeiro sensato Cumpri a minha lei Fui à maré vazante Entulhos deixei Fui combustível à vista E me incendiei Criava misturas confusas De sonhos sem cor Tirava do fogo a vida De seu calor Andava montado ao dorso De meus dragões Trazia sempre a tiracolo Meus furações Mas veio a meia-noite O povo acordou E só com açoite Ele me lambou Fez também fogueira pra me queimar Me cuspir na cara, esbofetear Já morreram tantos Pra que outros tantos Tivessem sendas Pra caminhar Sim toda estrada E fácil para vencer | Toda hora é hora para morrer Todo tempo é fruto de gerações Todo filho é homem de soluções E com os braços lentos Dei muito tempo pra minha andança continuar Mas veio a meia-noite O povo acordou E só com açoite Ele me lambou Fez também fogueira pra me queimar Me cuspir na cara, esbofetear Já morreram tantos pra que outras tantos tivessem sendas pra caminhar Sim toda estrada E fácil para vencer Toda hora é hora para morrer Todo tempo é fruto de gerações Todo filho é homem de soluções E com os braços lentos Dei muito tempo pra minha andança continuar Olha o amor lá no céu Sol virá, meu senhor Veja a corrente, compadre, vai rebentar |
O Grupo Pilão se apresentou pela primeira vez no V Festival Amapaense da Canção, no dia 26 de setembro de 1975.
Concorrendo com a música “Geofobia”, de autoria de Fernando Canto e Jorge Monteiro, o grupo apresentou um pilão como instrumento musical, daí o no nome do Grupo.
O registro da primeira apresentação do Grupo Pilão está no Jornal do Povo, de 27/09/75.
“Geofobia” foi classificada em 3º lugar e está no CD “Na Maré dos Tempos”.
GEOFOBIA
Jorge Monteiro – Fernando Canto
Teu espaço é pouco para morrer
O teu tempo é pouco pra trabalhar
Esta terra é grande pra se plantar
“Se plantar de tudo de tudo dá”
Hoje é dia de alegria, Zé
Esquece a lida que te mata, Zé
No igarapé tem peixe, pé-de-cana
Tem pé-de-feijão
Tem pé-de-cana, tem pé-de-feijão
Hoje é dia de alegria, Zé ...
Tem marabaixo, Zé
Temos um verso, né
Tem muita gente, Zé
Tem alegria, né?
Tem outra vida, Zé!
Tu me acreditas, né?
Põe castanha no pilão
Pra socar paçoca pra gente pra gente comer
Vê se achas cachaça pra gente beber!
Esquece o tempo que passou, passou
Esquece a vida: o que passou, passou
Pois vem tempo pra roça pra florir
E mandioca pra gente curtir
Ao sol do amanhã
Hoje é dia de alegria, Zé