segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

OSSOS DO OFÍCIO

A relação de trabalho dos artistas em Macapá precisa ser discutida. A maioria recebe o convite para apresentação, discute o valor do cachê, reúne os músicos, arma o palco e pronto. Considera que seu trabalho será pago.

Foi desta forma que o cantor, compositor, poeta Osmar Jr. fechou um contrato de apresentação na semana passada em Santana.

Esqueceu do principal: um pedacinho de papel onde estivesse escrito e assinado o valor contratado por seu trabalho.

Fez a apresentação, aplaudidíssima como sempre e ao final, alem das admoestações por pequenos problemas na sonorização, não recebeu o valor de seu trabalho e nem dos músicos que o acompanharam.

É hora de rever este procedimento. Toda apresentação artística precisa de um contrato simples que estabeleça os direitos e deveres do contratante e do contratado.

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